15 julho, 2005
chico lang resume... ele é comédia!
(texto extraído do site da gazeta esportiva)
14/07/2005
São Paulo leva o tri da Libertadores, com justiça
bolasolta@gazetaesportiva.com.br
São Paulo (SP) - O São Paulo fez história nesta quinta-feira, no Morumbi. Sagrou-se tricampeão da Libertadores ao golear o Atlético Paranaense por 4 a 0, gols marcados por Amoroso, Fabão, Luizão e Tardelli. Agora, o Tricolor vai ao Japão disputar o segundo Mundial de Clubes da Fifa. O primeiro foi vencido pelo Corinthians, em 2000, diante do Vasco, no Maracanã, nos pênaltis.
Foi uma partida truncada desde o primeiro tempo. As equipes disputavam palmo a palmo o domínio do jogo e apostavam no erro alheio. O São Paulo arriscou mais. Abriu os laterais, Cicinho e Júnior; Danilo armava no meio-campo e Luizão funcionava como pivô, abrindo espaços para os dois volantes (Josué e Mineiro) virem de trás, com Amoroso ficando na sobra.
Nada de zagueiro descer para o ataque. Nem mesmo de o goleiro Rogério Ceni bater faltas. O Tricolor estava para lá de organizado no gramado. Já o Atlético Paranaense entrou com uma formação retrancada. O problema do técnico Antônio Lopes é de quem deveria puxar o contra-ataque, o que acabou não ocorrendo. Evando correu muito, mas ficou devendo.
Na verdade, faltava um atacante mais ousado, que fosse para cima de Lugano e Alex, dois zagueiros estilo armário. Quer dizer, a ausência de Fernandinho foi sentida. Lopes escalou errado e facilitou a marcação do valente São Paulo.
Em uma jogada de Luizão, de calcanhar, Danilo chutou forte, o goleiro Diego rebateu, direto na cabeça de Amoroso. Um gol justo, que saiu no momento certo. O Atlético PR não intimidou-se. Em um erro do árbitro argentino Horácio Helizondo, quase empata a partida. Alex segura Aloísio fora da área e o juizão assinalou pênalti. Fabrício bateu e acertou a trave esquerda de Rogério Ceni. Helizondo deveria ter mandado voltar a cobrança. Rogério adiantou-se.
O Tricolor “matou” a decisão quando Fabão marcou também de cabeça o segundo gol. Cicinho cobrou escanteio e o zagueiro suboiu livre e testou forte. Até parecia um chute. Abalado, o Atlético Paranaense perdeu a cabeça e foi para o ataque de qualquer jeito. Corria contra o relógio tentando um milagre. No entanto, o esforço era em vão. O São Paulo estava atento à marcação e saia bem em contra-ataques.
Estava escrito nas estrelas. O iluminado Luizão recebeu passe preciso de Amoroso e marcou o terceiro gol. Era a certeza do título tão esperado pelos são-paulinos. E Luizão ainda estava impedido.Mas tudo bem. Festa é festa e o time paranaense estava completamente batido, sem forças para reagir. Para passar a régua e fechar a conta, Mineiro lançou Tardelli, que deu números finais ao placar. A conquista foi merecida e incontestável.
Parabéns, São Paulo tricampeão da Libertadores.
E tenho dito!
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